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Terça-feira, 10 de Novembro de 2009
Ser feliz

 

Ser feliz o que é? Nada de complicado. É ter-se um pouco mais de atenção, pôr nas coisas que se fazem alguma emoção e pensar muito. Dar valor às coisas pequenas que parecem insignificantes, guardar pequenos momentos, risos e olhares cúmplices, sentir que pertencemos aqui, a esta família, esta comunidade e ao mundo.  

Não se distrair, não cobiçar, perdoar, ter calma e fé. Um dia tudo termina e nós nem damos conta como o tempo voa. Como já estamos a chegar a mais um fim de ano.

Pode ser passear de mão dada, ou ficar ali a observar, sem fazer absolutamente nada mais,  que agradecer. Ser feliz não custa, nós é que temos sempre de complicar. Dar uma volta ao mundo, quando ao virar daquela esquina, a felicidade nos esperava.

É sobretudo aceitar o que temos e que será para cada um, sempre pouco, mas para tantos que o gostariam de ter, faz tanta diferença. É sorrir, não! Gargalhar efusivamente. Chorar a rir, comover-se ou chorar alegremente. Chorar simplesmente, porque um choro pode ser feliz e emocionado, sem ser levado a cabo por qualquer acontecimento azarado.

Chora-se por uma declaração de amor que não se esperava, por uma criança que nasce e faz parte de nós, chorando ao chegar a este mundo. Chora-se pela beleza de um quadro, por um soneto profundo. Num concerto sublimemente executado.

Numa cena de um filme comovente, porque nos toca, quando ele lhe diz: Vou-te amar para sempre!

Ao dar-se o mote para encetar uma aventura, rodeadas de confiança e gente segura, que nos compreende e satisfaz.   É-se feliz. É-se capaz.

Ser feliz o que é? Será indubitavelmente chegar-se a "velho" e contabilizar uma vida inteira em cujo balanço se faz, sem ter medo de encarar o que foi ficando para trás e abrir os braços aos netos. Dar-lhes ensinamentos e passar o testemunho, sempre com a ideia de que aquilo que se fez foi o melhor. Porque ser feliz... É, tanta coisa que não consigo extravasar, porque me inunda e me transcende. É o bater de um coração acelerado...E um acto de AMOR!

 

Por Sindarin

 



publicado por Sindarin às 14:32
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009
A um amor antigo

Não sei o que me deu para ouvir esta música. E sinceramente muito menos para ficar a olhar lá para fora, como se o tempo parasse. Pensei que não sentiria mais nada, ao ouvi-la. Apenas a melodia, mas não! Nos acordes escuto a minha voz e os risos que demos. Olho para os teus olhos castanhos e o que vejo lá fora já não é paisagem, mas tu. Conheço-te novamente os jeitos, o esperar por mim encostado à parede de um prédio antigo. Nesse tempo era tão apaixonante, tão estonteante, sentir-me mulher. Vibrava com o passar das horas, voava para te beijar. E os teus braços de homem mais velho, enérgicos e carentes tocavam em mim, uma melodia tão afinada, como esta que escuto.

Livre! Eu era livre, jovem e amava-te perdidamente. E tu davas a impressão de beber em mim a vida que querias que continuasse sempre deste modo.

Depois, mais tarde veio a dor. Tu não estava mais à minha espera e o percurso que fazia a teu lado, era terrível, de levar só. Como era difícil engolir as lágrimas. Sentada, naquele banco frente ao mar, onde tu também customavas estar, perder-me em recriminações. Acusar-me de ser louca. De ser tão parva ao ponto de me sentir um trapo. E o meu coração estava tão reduzido que não sei como eu vivia. Respirar era tão cruel, como as facadas que sentia na carne, dadas pela desilusão.

Mas sobrevivi. E hoje estou aqui a ouvir a nossa canção. Talvez fosse bom que me recriminasse, que partisse o Cd e arrepiasse deste recordar mórbido, de voltar a ficar dormente. Contudo és uma parte de mim. E lentamente, como te trago para os meus sonhos de vez em quando, apeteceu-me ouvir-te. Mesmo que já não possa saborear-te. E lá fora tu  desvaneçes-te e eu vejo, tudo límpido agora. Embora, o meu peito soluçe e me abrace a mim própria, com uma alma que chora. Se voltasses e me beijasses, que me perdoe a insanidade que seria, acho que corresponderia. Com tanta ou mais intendidade de então. E para quê? Em nome de uma saudade sem sentido?

Não! Não, voltava atrás!

 

Por Sindarin



publicado por Sindarin às 12:13
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Tela de cores e sentires

 

Hoje apetece-me fazer uma pintura. Fui buscar lápis de cor e muito amor. Trouxe amarelo, rosa, castanho, verde e azul. Mas não era o que eu queria, faltavam-me mais. Então fui buscar paciência e os sentimentos ideais. Juntamente trouxe, branco, preto, laranja e lilás.

E fiquei a olhar para o efeito cá atrás. Não! Ainda não estava satisfeita. Resolvi misturar um pouco de alegria, uma pitada de carinho, lá em cima nos pássaros no ninho. Estava a ficar melhor. Bonita, com uma qualidade, direi...superior.

E eis que reparei, espera! Não tem vermelho, cinza, anil, ou creme. Lá fui eu, trazendo à mistura, cuidado e esperança, para o homem do leme.

O meu quadro, mostrava o mar, num dia calmo de Primavera. Onde um barco navegava, como um homem sozinho, à procura de uma quimera. Em terra, e no cimo da falésia, estava uma árvore frondosa, rodeada de relva. Num dos ramos, curiosos, dois passarinhos, a quem pensei dar companhia. E mais uma vez me desloquei à procura da harmonia, que estava à conversa com a felicidade. Aproveitei e acrescentei uma pincelada de irrealidade, numa mulher que dormia, à sombra da árvore nesse dia.

E depois tive medo. Se ele a visse? Se ela o amasse em segredo? Fiquei com preguiça, de fazer algo mais e veio a cobiça, baralhar-me os pincéis.

Mau! Pensei eu. Vai ficar borrada, escura como breu. Se acrescento mais preto, não dá. Se carrego no branco, sei lá...não me parece. Vamos ver o que acontece.

Sentei-me na frente daquela pintura, com coragem e uma pontinha de diabrura e esperei.

Fiz de conta que não via, enquanto a mulher se erguia. E o barco lá em baixo parou. Ele olhou. Deu com ela, na tranquilidade. E eu? A observar o que criei.

Quando ele desembarcou, tinha uns braços à sua espera. Na minha pintura o sol brilhava, dourado, intenso. Como todos os tons que usei...agora penso. E os sentimentos que trouxe, amor, paciência, alegria, carinho, harmonia, felicidade, mas como nunca se pode estar bem na verdade, tive que fazer uma mistura, com medo, preguiça e cobiça...para quê?

Estava-se tão bem, na paz de um dia qualquer. Em que um homem por fim encontra a sua amada, a quimera, procurada.

Salve-se ao menos a tanquilidade que faz milagres na verdade e traz à irrealidade, ponderação. Para lá da amargura e da decepção.



publicado por Sindarin às 08:59
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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Porque a novela continua
E PORQUE FINALMENTE CONSEGUI ENCONTRAR O COMENTÁRIO QUE PROVA O QUE DIGO!
 
QUE ESTÁ NO POST DE QUINTA FEIRA 1 DE OUTUBRO NO BLOG DA ENIGMA (Ganhei um mimo lindo)
 
De Sindarin a 2 de Outubro de 2009 às 15:48

Olá amiga! o meu primeiro prémio aqui nos meus blogues novos que querida amiga. Muito obrigada. Você é um doce lindo e gostosa amiga. Se eu ao menos pudesse mandar o meu livro para você mesmo grátis sem pagar nada. sei como você gostava de o ter Ficava muito contente, um óptimo fsemana com mto sol e amor.


 


 

De Enigma. a 4 de Outubro de 2009 às 01:04
Amiga, gostosa é você. Sinto um enorme carinho por você. Agradeço imenso por essa  amizade doce e sincera. Obrigado por tudo!!

 

SÓ FIZ ESTE POST E PEÇO DESDE JÁ DESCULPA A TODOS E AO SAPO PORQUE PARA MIM O ASSUNTO ESTAVA ENCERRADO; PORQUE RECEBI OUTRO COMENTÀRIO DA ENIGMA QUE QUANTO A MIM NÃO SE DEIXA A NINGUÉM. DESCULPEM-ME TODOS POR FAVOR, MAS SER OFENDIDA CONSTANTEMENTE...É DOSE!!! Quando eu estou tão quietinha no meu canto.

 

De Enigma. a 29 de Outubro de 2009 às 12:54
Fátima. Estou tão decepcionada contigo que chega doer a minha alma. Você já olhou o que tu mesma postou aqui? Tudo para que os outros me odiasse e me ofendesse. O que eu fiz para você? Que momento eu fui mal educada contigo? Que momento eu ofendi a você em particular duas vezes? Eu lembro muito bem... você me insultou no comentário que você fez no meu post dedicado ao seu trabalho. Sim, um post ao qual, eu escrevi a admiração que eu sentia pelo seu trabalho como escritora. Você é tão injusta. E pensar que eu comparei você a minha mãe... Minha mãe que é tão consagrada as coisas de Deus, ela nunca faria mal a ninguém, muito menos iria caluniar a quem expressou tanto carinho por ela. Você fala tanto de duas vezes que ofendi você. Eu só queria saber quais foram. Pois no dia em que postei no blog do nosso amigo, você me insultou da pior forma. Se você escreve o que você sente e, vive esse sentimento de amor... como é que você odeia tanto o seu próximo? Enquanto você pensava que eu iria comprar o seu livro, você me tratava por amorzinho, amiga e querida. Me oferecia florzinhas, estrelinhas e corações caindo do céu... e, no entanto, foi só eu dizer que não tinha condições de comprar o livro, para você começar a fazer intriga contra mim. Tanto mal, a quem nada fez contra você. Os teus actos falam tão alto, que não consigo ouvir o que você diz.

Uma coisa certa. Seria possível, você tirar este post vexatório da sua página contra a minha pessoa? Além de não merecer o que você está fazendo comigo, isto é contra as normas do sapo. Você está denegrindo a minha imagem, eu tenho tanto direito quanto você a participar do site, sem ter que passar o constrangimento de ter o meu nome envolvido em intrigas. Na realidade, eu sei porque isso tudo aconteceu... Você queria divulgar o seu livro no meu país. Eu disse para você que iria ajudar, você lembra? Você me deu o link do seu livro e tudo. É capaz de injuriar a minha pessoa mais uma vez? É mentira minha, que você disse que iria ficar feliz com a divulgação do seu livro no meu país? Aqui você disse que não me pediu nada. Levantar calúnia e falso contra o nosso próximo é pecado. A nossa divina e sã doutrina, não nos ensina a odiar os nossos irmãos, muito menos levantar falso contra eles. Não precisa postar o meu comentário se não quiser. Tanto faz... a bendita mãe de Jesus enquanto esteve aqui na terra, falava para todos nós fazermos o que o filho dela ensinava. Por isso, vou rezar por você. E vou rezar por todas essas pessoas que comentaram injustiça contra a minha pessoa. Eu tenho muita fé. Deus é bom o tempo todo. Eu agradeço a ele até mesmo quando eu sofro injustiça. Obrigada por me fazer tanto mal. Peço ao divino Deus que Tome conta dos que me odeiam sem causa. Alias, no tempo do teu catecismo você chegou a ler alguma vez a Bíblia? Acho que sim, então, aproveita agora... e leia novamente. Leia os salmos 23 e 91. Estes eu leio sempre que posso. Faz bem ao nosso coração

 

RECEBIDO HOJE ESTÀ NO BLOGUETAL COMO A MINHA RESPOSTA PARA QUEM QUISERLER, PORQUE O BLOG NÃO TEM MODERAÇÃO PORTANTO ATÉ NISSO SE ENGANOU.

 

Por Sindarin



publicado por Sindarin às 13:45
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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Manhã de Nevoeiro

ip0210_bailarina.jpg Bailarina image by eryroberto

Em prosa onde se lê também poesia, escrevo. Num sítio onde falo de amor, sem pingo de inspiração, deixo os dedos digitar, o que me vai na mente e passa no coração.
Em humildade, e repleta de sentimento, deixo-me ir, ao som da música, cortejando o nevoeiro, que esconderá tanta coisa, e uma paixão...Sonho. Num acorde, num simples suspirar, rodeada de solidão, que é como gosto de estar, enalteço, pequenas coisas e adivinho o frio, do Inverno a chegar. Chego à conclusão, que é assim, nos minutos simples, das coisas normais, que se descobre o significado de amar. Busco para mim fantasias, seres irreais, histórias, lendas, mitologias, e em todas elas me revejo. No precipício em perigo, na densa mata perdida, numa rua estreita e escondida, onde uma criatura espreita, e na ternura de um beijo. Em prosa, ou em poesia, é a melhor coisa poder dizer-se o que se sente, deixar fluir, passado e presente, para mudar o amanhã. É sublime acordar, sair da noite, para este dia para este nevoeiro, húmido e para tantos, desprezível, mas que a mim me faz sonhar. E ao som da melodia, eu que estou aqui sentada sem poder ir por aí, mas rodopio qual bailarina no seu traje de cetim, num palco vazio, que não importa que o esteja, desde que eu sorria para mim. Ser feliz consta de tão pouco. Ser poeta e prosador, não exige muito. Só inspiração e esta, aprende-se a sonhar com o amor!
 
Por Sindarin (Num dia de perfeita nebulosidade mental)


publicado por Sindarin às 20:31
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Ai que confusão!

 

Nada me fará afastar, um milímetro dos meus propósitos. E nada me fará deixar de ser como sou. Bem nada será exagero, porque quando a minha hora chegar pura e simplesmente deixarei de ser...e pronto! Está resolvido. Isto tudo para chegar à conclusão que estar aqui (na vida) é complicado, doloroso, desgastante, pouco compensador e muitas vezes nada entusiasmante e dado sem dúvida a muitas situações escusas.

Por outro lado viver será um hino ao amor, uma paixão constante, um sorriso aberto, uns braços esticados tentando alcançar o limite e quando se consegue isso tudo, temos o que se chama satisfação, ou felicidade. E volto ao mesmo.

Mas esta conversa toda para quê? A propósito de Saramago e falando ontem com uma amiga querida, cheguei à conclusão de que se não há mais nada que isto, então é que quando chegar lá em cima (céu), ou lá em baixo (inferno), podendo isto ser também muito discutível, vão ter que me ouvir!

Vou espernear tanto, fazer tamanha gritaria que o São Pedro se também é invenção, é criado naquele instante, já adulto, só para me acalmar. É isso mesmo amigos! Dá-me um ataque de mau-feitio, misturado com histeria, a descambar, para a depressão e...eh pá fico por aqui. Que já não há médico para me tratar.

Então se eu fiz a 1ª comunhão, andei na catequese, não como carne na sexta-feira santa, (porque o resto dos dias, vá lá...tenham dó, não é?) e apesar de não ser católica praticante, sou crente, além de que me encolho quando a trovoada é muita! Depois disto tudo chego à conclusão que é tudo uma treta. Vai haver chatice!

Ah, já me esquecia, safei-me ao casamento religioso. (Afinal estou a ver que não me tenho portado como devia...em todos os mandamentos também, o que já dava outro post).

Não me chegava já o Sócrates ter mudado as regras da aposentação quando o que assinei com aqueles gajos, ao entrar para lá, foram 36 anos de trabalho, e agora tenho de trabalhar 43 para me reformar, chegar agora à conclusão que Deus não existe. Ou se existe é vingativo, promove o incesto, fecha os olhos a roubos, mortes e outras coisas do género. Oh pá! Assim não vale. Andou-se uma pessoa aqui a "guardar" para ser boa e também me chamam oportunista, aproveitadora e outras coisas mais. Já estou confusa. Será que agora eu também sou um Deus?

Alguém me ajuda por favor?

 

Por Sindarin

 

Por Sindarin



publicado por Sindarin às 15:01
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Mas será que mereço isto?

Olá Sindarin,

Enigma., deixou um comentário ao comentário
Especialmente para Sindarin (By Enigma). às 15:46, 2009-10-22.

Caso pretenda responder a este comentário, poderá fazê-lo, usando este
link.

Comentário:
Imaginação é o que não falta mesmo. Não posso fazer nada se eu não pude satisfazer o seu desejo. Ajudar na divulgação do livro tudo bem. Mas vejo que só se aproximou de mim por interesse. Como eu não tive condições financeira de comprar o livro você está furiosa!! Desculpas amiga. Passe bem...

 

Eu pedi-lhe alguma coisa? Não me lermbro...Ai a minha imaginação

 

Disse que até lho oferecia isso sim e ela sabe que é verdade! Que pena não encontrar esse comentário k lhe fiz já.

 

A todos os que compraram o meu livro sob ameaça de pistola ou por dizer que vos raptava os filhos, ou ainda (DADA A MINHA IMAGINAÇÂO) andar de blogue em blogue a implorar que me comprassem o livro e finalmente oferecer um presunto a quem o comprasse, bem como um lugar na formação do Governo, peço desculpa.

 

Realmente e pela ideia, da "tal senhora" que LAMENTO COMO NUNCA POIS, NÃO É O MEU GÉNERO, fiz um pequeno concurso, onde ofereceria um exemplar do próximo livro e uma caixinha de madeira que, uma grande amiga recebeu com muita alegria minha. Não assediei ninguém , não dormi com ninguém, nem estou para aturar gente mal-educada. Tenho pena é que se escondam atrás de mails e não sejam honestas.

 

Esta "Amiga" é mais uma daquelas que me enganou...começa a ser rídiculo e muito repetitivo. Sempre a tratei bem e já é a segunda vez que me ofende.

Ai k temos aqui outra Maitê Proença, só que eu não sou a fonte, para me cuspirem em cima

 

E agora se quiserem todos deixar de me falar, comentar, ou comprar livros sob ameaça, muito bem...Mesmo assim acho que sobrevivo, porque nunca obriguei ninguém a nada e tenho vergonha na cara. Peço desculpa por exisitir! O que uma pessoa faz, para meter os outros todos ao barulho. Parabéns! Deves estar a rebolar-tre com a mania de ler os comentários dos outros...

 

Agora só falta fazerem queixa de mim na plataforma do Sapo!

 

Por Sindarin



publicado por Sindarin às 18:01
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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
desabafo para com os meus botões

 

Seria tão bonito que quando escrevessemos quem lê, o fizesse com atenção. Seria tão bom que quando não sabemos o que se passa, perguntássemos, de que falamos, antes de começar a inventar. De todo recomendável, que quando não nos sentimos dentro do assunto, nos remetessemos ao silêncio e não emitissemos uma opinião que não tem nada a ver. Talvez o mundo melhorasse um pouco mais. Mas seria pedir muito!

Porque o ser humano é assim, combativo, critico, maldoso, ambicioso, e descrente. Em vez de pensar age, em vez de perguntar, responde antes, em vez de ouvir com atenção, ouve só metade e quando lê, tantas vezes, só vê o não está lá escrito. Quando por um minuto que fosse, o ter parado, pensado, relido ou perguntado, fazia tanta diferença...

De há um tempo para cá, penso bastante se afinal não serei eu que estou errada e faço uma busca de algo que não existe, ou encetei uma jornada contra coisas que me ferem, como a deslealdade, a desonestidade, a dissimulação, a ambição, a inveja...e eu sei lá!

Não devo ser única! Deve haver muitos mais, na mesma demanda, mas meu Deus onde estarão? Preciso tanto de que alguém me diga, estou contigo, entendo muito bem, não não és maluca... e me dê a mão.

Não me importo de ser mal entendida, de ser posta de lado, de ser de certo modo tida como doida, porque muitas vezes acho que falo e ninguém ouve, mas importo-me que não haja ninguém que se toque e compreenda que estamos aqui (na vida) numa aprendizagem diária. Como tal todos temos dúvidas, tristezas e fracassos, sucessos, alegrias e certezas. Mas aceitar que ter um amigo verdadeiro, daqueles há moda antiga,  faz melhor que muito dinheiro, porque nos quer bem, e fala verdade, e é solidário, e não é interesseiro, e gosta de nós pelo que somos, e sobretudo acreditar que quando escreve sobre alguma coisa é porque ela acontece, mesmo que o não entendamos, custa perguntar? Para depois entre nós se encontrar solução, numa grande união? Não! É melhor dividir para reinar. Gerar confusão. E partir para a nossa faceta mais bonita, a que mais me encanta...a completa idiotice! Haja paciência. mas a culpa é minha que ainda escrevo e falo e pelos vistos penso demais!

 

Por Sindarin



publicado por Sindarin às 09:07
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Domingo, 18 de Outubro de 2009
PRÉMIO

 

Em agradecimento à amiga Enigma que é um doce. Obrigada amiga!

Regras:

   1. O link de quem indicou; ENIGMA
   2. Postar o selo; (Está em cima)
   3. Passar o selo a 5 blogs perfeitos;

http://clumsygirl.blogs.sapo.pt/

http://myhidingplace.blogs.sapo.pt

http://onix.blogs.sapo.pt/

http://leonorteixeira2.blogs.sapo.pt/

http://sentidosproibidos.blogs.sapo.pt/

 

   4. Responder às perguntas;

    

   * Mania:; - Teimosia
   * Pecado capital: -  Talvez  Ira 
   * Melhor cheiro do mundo: Roupa lavada, ou quando acaba de chover

   * Se o dinheiro não fosse problema: Ajudava toda a gente: Criava uma editora para quem não consegue publicar os seus livros

   * História de infância: Querer ser cantora, pintora, bailarina 

   * Habilidade como dona de casa- Boa cozinheira, imaginação

   * O que não gosto de fazer em casa: - Limpar o pó

   *  Frase preferida: Tantas é impossível especificar.

   * Passeio para o corpo: - À beira-mar no Outono ou Inverno sózinha

   * Passeio para a alma: - Sonhar, dar largas à imaginação

   * O que me irrita: - Intrigas e falsidade

   * Frases ou palavras que uso muito: - Vai ver se estou na esquina...

   *Palavrão mais usado: ui...(fod...quando estou mto zangada, não levem a mal) tenho de ser sincera...não?

   * Vou aos arames quando: - Me dizem ou afirmam uma coisa que não disse ou fiz

   * Talento oculto: - Cantar...sei lá!

   * Não importa que seja moda, eu não usaria nunca: A própria moda em si, gosto de me vestir e sentir-me confortável é o principal

   * Queria ter nascido a saber: - ´Como poderia acabar com a injustiça, a fome e a tisteza no mundo.

 

E só fiz isto por gostar muito de você amiga. Normalmente que me perdoem, mas não gosto muito de desafios.

 

Por Sindarin



publicado por Sindarin às 11:33
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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Duas filhas giras e uma mãe pateta!

 

Nunca aconteceu pensarem que o vosso corpo, por fora, não corresponde ao vosso interior? Assim estou eu. Gostava de ser mais bonita, mais nova, mais corajosa ainda, mais confiante. Encantar!

Em suma, tocando ao de leve no que sou, mas muito distante do que me sinto. Traumatizante sem dúvida para alguns, mas não para mim. Porquê? Porque já o fui, quiça, e tenho de me rever agora em duas caras bonitas, duas vontades de vencer, que me segredam...És tudo isso, tu é que não vês. Agora digam-me. Não é tão bom sonhar a três?

Mesmo assim, sou sonhadora em demasia, honesta como antigamente, sincera, como não deveria, tantas vezes, imaginativa quanto baste. Romântica incurável, com a mania de ser poeta, corro o risco de, por  tanto rir parecer pateta, e sou leal...Sempre! No passado, futuro e presente! Simples aliás convém, porque não sendo um "assombro" passo despercebida, das modas e das tendências palermas da vida.

Mas voltando ao essencial. Devo ter sido trocada, de noite a dormir porque não dei por nada. Dentro sinto-me invencível, incrível, capaz de levar tudo adiante. Por dentro desanimo num instante. No entanto, como Deus escreve direito por linhas tortas, como se diz, se eu fosse por fora o que sou por dentro, talvez brilhasse como o forro de um casaco, mas não seria eu.

 

Para as minhas filhas

 

Por Sindarin



publicado por Sindarin às 18:39
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